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Encontro de formação da Teia dos Povos

19/02/2024
2024Assentamento TerraVistaTeia dos Povos +1
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Encontro de formação da Teia dos Povos

19/02/2024
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19/02/2024
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Encontro de formação da Teia dos Povos

19/02/2024
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Encontro de formação da Teia dos Povos

19/02/2024
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Encontro de formação da Teia dos Povos

19/02/2024
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Oiii, T Tudo bem? Eu não vou conseguir porque tenho aula, as 19h 😭 Mas os meninos vão Vc vai tá aí agora a tarde? Depois das 13h? yo, vou estar por aqui sim. To Colando chego daqui 15 minutos E aii T, vc tá por aqui Mensagem encaminhada Layne Mensagem encaminhada Layne O Laboratório Ádapo é a consolidação de anos de atuação educacional e social da fundadora Layne Gabriele. Ele nasceu em 2020, durante a pandemia com a distribuição de cestas básicas. O laboratório é um projeto dedicado a resgatar a autoestima intelectual dos moradores do bairro Campo Belo, em Campinas. Nosso objetivo é proporcionar o letramento digital, acesso a alimentação e promover a produção e valorização de tecnologias sociais. Por meio de nossas oficinas e cursinho popular, buscamos introduzir os jovens a informações que chegam até a periferia de forma fragmentada. O Campo Belo se localiza na região Sul, que abriga mais de 50 mil habitantes divididos em 20 bairros e está localizada a 15km do centro de Campinas. Apenas 2 desses 20 bairros são regularizados, a maioria dos terrenos pertence a indústrias, à Igreja Católica e à proprietários de terras e a área enfrenta a constante ameaça do aeroporto Viracopos, que busca se apropriar da região e desalojar os moradores. No Campo Belo residem aproximadamente 13.123 jovens, dos quais mais de 7.938 estão em áreas vulneráveis, representando cerca de 70% desta população. Contando com poucos serviços estatais, a Unidade Básica de Saúde enfrenta grandes falhas em seu funcionamento, muitos moradores estão em situação de insegurança alimentar, a oferta de educação é escassa, com apenas um cursinho popular, o Laboratório Ádapo, e poucas iniciativas voltadas para a educação e segurança escolar. Isso leva muitos estudantes a abandonar a escola ou buscar estudos no centro da cidade, gastando mais de 400,00 em transporte.

09/08/2023
Biblioteca AfrocentradaEducaçãoNúcleo de Formação +1
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Oiii, T Tudo bem? Eu não vou conseguir porque tenho aula, as 19h 😭 Mas os meninos vão Vc vai tá aí agora a tarde? Depois das 13h? yo, vou estar por aqui sim. To Colando chego daqui 15 minutos E aii T, vc tá por aqui Mensagem encaminhada Layne Mensagem encaminhada Layne O Laboratório Ádapo é a consolidação de anos de atuação educacional e social da fundadora Layne Gabriele. Ele nasceu em 2020, durante a pandemia com a distribuição de cestas básicas. O laboratório é um projeto dedicado a resgatar a autoestima intelectual dos moradores do bairro Campo Belo, em Campinas. Nosso objetivo é proporcionar o letramento digital, acesso a alimentação e promover a produção e valorização de tecnologias sociais. Por meio de nossas oficinas e cursinho popular, buscamos introduzir os jovens a informações que chegam até a periferia de forma fragmentada. O Campo Belo se localiza na região Sul, que abriga mais de 50 mil habitantes divididos em 20 bairros e está localizada a 15km do centro de Campinas. Apenas 2 desses 20 bairros são regularizados, a maioria dos terrenos pertence a indústrias, à Igreja Católica e à proprietários de terras e a área enfrenta a constante ameaça do aeroporto Viracopos, que busca se apropriar da região e desalojar os moradores. No Campo Belo residem aproximadamente 13.123 jovens, dos quais mais de 7.938 estão em áreas vulneráveis, representando cerca de 70% desta população. Contando com poucos serviços estatais, a Unidade Básica de Saúde enfrenta grandes falhas em seu funcionamento, muitos moradores estão em situação de insegurança alimentar, a oferta de educação é escassa, com apenas um cursinho popular, o Laboratório Ádapo, e poucas iniciativas voltadas para a educação e segurança escolar. Isso leva muitos estudantes a abandonar a escola ou buscar estudos no centro da cidade, gastando mais de 400,00 em transporte.

09/08/2023
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Oiii, T Tudo bem? Eu não vou conseguir porque tenho aula, as 19h 😭 Mas os meninos vão Vc vai tá aí agora a tarde? Depois das 13h? yo, vou estar por aqui sim. To Colando chego daqui 15 minutos E aii T, vc tá por aqui Mensagem encaminhada Layne Mensagem encaminhada Layne O Laboratório Ádapo é a consolidação de anos de atuação educacional e social da fundadora Layne Gabriele. Ele nasceu em 2020, durante a pandemia com a distribuição de cestas básicas. O laboratório é um projeto dedicado a resgatar a autoestima intelectual dos moradores do bairro Campo Belo, em Campinas. Nosso objetivo é proporcionar o letramento digital, acesso a alimentação e promover a produção e valorização de tecnologias sociais. Por meio de nossas oficinas e cursinho popular, buscamos introduzir os jovens a informações que chegam até a periferia de forma fragmentada. O Campo Belo se localiza na região Sul, que abriga mais de 50 mil habitantes divididos em 20 bairros e está localizada a 15km do centro de Campinas. Apenas 2 desses 20 bairros são regularizados, a maioria dos terrenos pertence a indústrias, à Igreja Católica e à proprietários de terras e a área enfrenta a constante ameaça do aeroporto Viracopos, que busca se apropriar da região e desalojar os moradores. No Campo Belo residem aproximadamente 13.123 jovens, dos quais mais de 7.938 estão em áreas vulneráveis, representando cerca de 70% desta população. Contando com poucos serviços estatais, a Unidade Básica de Saúde enfrenta grandes falhas em seu funcionamento, muitos moradores estão em situação de insegurança alimentar, a oferta de educação é escassa, com apenas um cursinho popular, o Laboratório Ádapo, e poucas iniciativas voltadas para a educação e segurança escolar. Isso leva muitos estudantes a abandonar a escola ou buscar estudos no centro da cidade, gastando mais de 400,00 em transporte.

09/08/2023
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09/08/2023
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09/08/2023
Biblioteca AfrocentradaEducaçãoNúcleo de Formação +1
Pajelaça Quilombólica Digital - Pará  2013

Pajelaça Quilombólica Digital - Pará 2013

Publicado em 16 de set de 2013 A Rede Mocambos e o Coletivo Casa Preta na perspectiva de garantir para essas comunidades a sua cultura, os seus costumes, a resignificação e o protagonismo da própria história, convida amigas e amigos para participar da "Pajelança Quilombólica Digital", que objetiva fortalecer o conhecimento e empoderamento do saber livre a partir da visão africana. Ao longo da semana, serão realizadas rodas de conversa, oficinas de vídeo, apropriação tecnológica, tambores, herbário e um dia dedicado ao debate sobre ser "Mulher preta na ativa" com a juventude feminina da Casa Preta convidando as mulheres pretas que inspiram suas lutas.

04/07/2017
PajelancaRede MocambosTerra Firme +4
Casa Preta  - Pajelança Quilombólica Digital - Belém/PA

Casa Preta - Pajelança Quilombólica Digital - Belém/PA

Publicado em 16 de set de 2013 A Rede Mocambos e o Coletivo Casa Preta na perspectiva de garantir para essas comunidades a sua cultura, os seus costumes, a resignificação e o protagonismo da própria história, convida amigas e amigos para participar da "Pajelança Quilombólica Digital", que objetiva fortalecer o conhecimento e empoderamento do saber livre a partir da visão africana. Ao longo da semana, serão realizadas rodas de conversa, oficinas de vídeo, apropriação tecnológica, tambores, herbário e um dia dedicado ao debate sobre ser "Mulher preta na ativa" com a juventude feminina da Casa Preta convidando as mulheres pretas que inspiram suas lutas.

09/01/2016
PajelancaRede MocambosTerra Firme +4
Coletivo Casa Preta -  2015

Coletivo Casa Preta - 2015

A Casa Preta surgiu do encontro de quatro jovens negros no estado do Pará em 2008, jovens esses que não são paraenses. Rafael Gomes e Anderson de Sousa (Don Perna) que vieram de Campinas-SP, e Lourenço Ribeiro (Negro Guinê) de São Luiz-MA. Rafael Gomes desistiu da Região Norte logo no inicio do projeto porém Lamartine Silva (Negro Lamar) também de São Luiz veio fortalecer a caminhada. Don Perna veio para o estado do Pará trabalhar com inclusão digital através de um programa do Ministério da Comunicação, porém ele já tinha 10 anos de trabalhos comunitários com percussão e tecnologia social num quilombo urbano em Campinas. Negro Guine era professor de Dança-Afro e rapidamente se conectou com a ideia de apropriação tecnológica fazendo o entrelaçamento da tecnologia e da dança afro em seus trabalhos nas áreas de quilombo. Negro Lamar há 15 anos pertencia ao Movimento Hip-Hop, cantor e articulador social em todo Brasil. A amizade e a militância entre os três cresceu com o passar do tempo e as atividades do movimento negro e movimento Hip-Hop pela cidade se fortaleceram. Negro Lamar e Negro Guine também passaram a prestar serviço na área de tecnologia para o Ministério da Comunicação. Don Perna os convidou para dividir o aluguel de sua casa e abriu suas portas para criação de um espaço coletivo que propusesse atividades culturais e sociais para o bairro. baobaxia.mocambos.net - mapa.mocambos.net - wiki.mocambos.net

09/01/2016
Rede MocambosBaobAfricanizandoBaobaxia +3