Juventude Negra
Juventude Negra: sobre afetos, histórias, vivências. Projeto de Luis H. Ferreira, film de Pedro Lemos. Gravado no Mercado Sul de Taguatinga/DF.
Juventude Negra: sobre afetos, histórias, vivências. Projeto de Luis H. Ferreira, film de Pedro Lemos. Gravado no Mercado Sul de Taguatinga/DF.
Vídeo-Clip Quilombo do Campinho, do grupo Realidade Negra, rap quilombola da comunidade do Quilombo do Campinho, Paraty-RJ. Música gravada na Oficina de Software Livre de Paraty, provavelmente em 2006. video editado pela galera do Pontão Digital Circo Voador-RJ
III Marcha Internacional Contra o Genocídio do Povo Negro Publicado em 26 de ago de 2015 - Correio Nagô Nunca se tinha ouvido falar da Vila Moisés antes da chacina. O lugar não existia no mapa da cidade, exceto nas escalas da RONDESP. Lá não tem qualquer sinal de presença do Estado, lá não tem iluminação pública, asfalto, rede de esgoto, escola nem creche. Na Vila Moisés, o Estado se faz presente com as patrulhas policiais. O Cabula é um bairro repleto de histórias de insurgência, revoltas e pobreza negra desde os primeiros tempos da escravidão. Quilombolas, escravidos fugidos, libertos, adeptos do candomblé e tantos outros insurgentes viveram lá. Nem por isto se trata de um lugar marginal na Salvador do século XXI. No Cabula estão a Universidade do Estado da Bahia, escolas públicas e particulares, condomínio pra classe média e shoppings center. Nada disso existe na Vila Moisés. A chacina aconteceu pouco antes do carnaval, nem os fartos confetes do Momo baiano enterraram doze cadáveres de jovens, que tinham entre 15 e 24 anos. Assim que os camarotes e arquibancadas baixaram as cordas e acordes carnavalescos, o Movimento Reaja ou será morto! Reaja ou será morta! conseguiu mobilizar diversos setores da sociedade civil e instituições ligadas aos Direitos Humanos para uma audiência pública mediada pela Ordem dos Advogados da Bahia. A audiência publica fez a sede da OAB transbordar com cerca de duas mil num auditório onde só cabiam 150 pessoas. A tensão se espalhava até a Praça da Piedade, de onde se podia ver e ouvir as representações dos sindicatos dos policiais distribuindo panfletos, exibindo cartazes e amplificando com carro de som o protesto contra os protestos que têm se multiplicado desde a chacina do Cabula. - See more at: http://mundoafro.atarde.uol.com.br/balaio-de-ideias-a-guerra-segue/#sthash.I32Kn3Hf.dpuf